quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Arsenal 0 x 3 Chelsea. Análise tática

O Arsenal foi derrotado por 3 a 0 pelo Chelsea, no Emirates Stadium, em Londres, pela 14ª rodada do Campeonato Inglês 2009/2010. O esquema tático do Arsenal foi o 4-2-3-1; o esquema tático do Chelsea foi o 4-4-2 em losango, variando para o 4-3-1-2.

Arsenal



O Arsenal, jogando em casa, adotou o 4-2-3-1 e explorou os meias abertos Nasri e Arshavin pelos lados. Entretanto, como tem sido comum nos times que adotam esse esquema, as jogadas dos pontas eram muito afuniladas.

Na defesa, Sagna na lateral direita, Gallas como defensor pela direita, Vermaelen como defensor pela esquerda e Traore na lateral esquerda. Os laterais subiram alternadamente, mas preocuparam-se mais em cobrir os avanços dos meias abertos pelos lados: Nasri e Arshavin.

Nasri (esquerda) e Arshavin (direita) trocaram de lado algumas vezes durante o jogo e foram bem agudos no ataque. Entretanto, como ressaltamos, afunilaram muito as jogdas. Song (esquerda) e Denílson (direita) foram os volantes de marcação fixos pela faixa central, dando liberdade para que os meias abertos avançassem e Fabregas pudesse armar o jogo à frente deles. No ataque, Eduardo foi o centroavante.

No segundo tempo, Arsène Wenger trocou um volante de marcação por um atacante para tentar virar o placar, que a essa altura estava 2 a 0. Além disso, colocou mais um armador para auxiliar Fabregas na criação.

Chelsea



Jogando na casa do adversário, o técnico Carlo Ancelotti optou por uma formação mais defensiva do meio-campoo. O Chelsea manteve o 4-4-2 em diamante, mas segurou os meais/volantes pelos lados, principalmente Essien, e apareceu com Obi Mikel como volante de marcação pelo centro. Por vezes, o esquema foi o 4-3-1-2.

Na defesa, Ivanovic foi o lateral-direito, Ricardo Carvalho o defensor pela direita, Terry o defensor pela esquerda e Ashley Cole o lateral-esquerdo. Ashley Cole apoiou muito pela esquerda, contando com a cobertura de Lampard. Com isso, apareceu mais que o meio-campista. Ivanovic apoiou menos, mas também apareceu na frente.

O meio-campo, cauteloso, teve Obi Mikel como volante de marcação pelo centro, Essien como volante/meia pela direita e Lampard como volante/meia pela esquerda. À frente deles, Joe Cole transitou por todo o meio-campo, conduzindo a bola e puxando os contra-ataques.

O desenho do ataque foi interessante. Para fugir da marcação dos volantes centralizados do Arsenal, os atacantes foram posicionados pelos lados do campo. Quando os volantes saíam para marcar os atacantes, os meio-campistas (principalmente Joe Cole) do Chelsea encontravam espaço livre pela faixa central. Assim, Anelka abriu pela esquerda e Drogba, pela direita.

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sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Esquema tático do Olympique de Marselha

O Olympique de Marselha empatou com o Milan em 1 a 1, no estádio San Siro, em Milão, pela 5ª rodada da UEFA Champions League. O Olympique atuou no 4-1-4-1 e o Milan jogou no 4-3-3.

Análise tática



O técnico Didier Deschamps armou o Olympique num 4-1-4-1 e, com isso, inutilizou os laterais do Milan, que são pouco ofensivos. Os meias abertos pelos lados chegavam de trás e, portanto, longe da marcação dos laterais italianos. A estratégia funcionou nos primeiros minutos do primeiro tempo, quando o Olympique de Marselha dominou a partida. Entretanto, o técnico do Milan, Leonardo, percebeu isso logo nos primeiros minutos do primeiro tempo e foi obrigado a fazer uma substituição e modificar o posicionamento de alguns jogadores.

A defesa do time francês atuou com Bonnart na lateral direita, Diawara como defensor pela direita, Heinze como defensor pela esquerda e Taiwo na lateral esquerda. Contando com meias ofensivos, os laterais pouco subiram para o apoio e ficaram mais no campo defensivo para marcar os atacantes do Milan.

No meio-campo, Cissé foi o volante de marcação centralizado. A sua frente, uma linha de quatro meias com Abriel pela direita, Lucho González (centro-direita), Cheyrou (centro-esquerda) e Niang pela esquerda. Niang foi mais ofensivo que Abriel e deu muito trabalho para a defesa do time italiano. Lucho, que era marcado por Pirlo, teve muita liberdade para armar e chegar à frente para finalizar. Com um meio-campo povoado, o Olympique dominou as ações no setor e seus jogadores, após recuperarem a posse de bola, chegavam à frente para finalizar.

No ataque, Brandão foi o único atacante, mas contou com o apoio dos meio-campistas nas jogadas ofensivas, principalmente Niang. Na metade do segundo tempo, Deschamps substituiu Lucho e Niang e o Olympique perdeu terreno para o Milan.

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Esquema tático do Milan. Jogo contra o Olympique de Marselha

O Milan empatou com o Olympique de Marselha em 1 a 1, no estádio San Siro, em Milão, pela 5ª rodada da fase de grupos da UEFA Champions League. O Milan jogou no 4-3-3 enquanto o Olympique atuou no 4-1-4-1.

Análise tática



O Milan adotou o 4-3-3 com dois volantes, um de armação e outro de contenção, e um meia. Com poucos minutos do primeiro tempo, o técnico Leonardo percebeu que Oddo, então lateral-direito, não estava conseguindo marcar o meia-atacante Niang. Então, trocou-o por Abate, que foi o responsável por marcar Niang individualmente.

Na defesa, o Milan veio com Abate como lateral/volante pela direita, Nesta como defensor pela direita, Thiago Silva como defensor pela esquerda e Zambrotta na lateral esquerda. Ainda no primeiro tempo, Leonardo adiantava Zambrotta na saída de bola do Milan e Pirlo fazia a cobertura na lateral esquerda.

Com isso, o Milan resolveu o problema de ter quatro defensores fixos atrás para marcar apenas um atacante. Então, quando o Milan recuperava a bola, Ambrosini ocupava a posição de volante de marcação pela faixa central, Pirlo ocupava a lateral esquerda e Zambrotta assumia a função de meia-esquerdo, forçando o meia-esquerdo do Olympique, Abriel, a acompanhá-lo.

Assim, o meio-campo teve Ambrosini como volante de marcação pela direita; Pirlo como volante-armador pela esquerda e lateral-esquerdo quando Zambrotta subia; Seedorf foi o meia centralizado à frente dos volantes, auxiliando Pirlo e Ronaldinho Gaúcho na armação.

Ronaldinho Gaúcho foi um meia-atacante pela esquerda que lançava bolas em diagonal para o centro ou tentava as jogadas pela ponta. Borriello foi o atacante centralizado e Pato, o atacante pela direita. Pato foi o atacante mais perigoso do Milan enquanto Borriello, mesmo tendo marcado o único gol do Milan, teve uma atuação ruim.

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quarta-feira, 25 de novembro de 2009

CSKA Moscou 2 x 1 Wolfsburg. Análise tática

O CSKA Moscou venceu o Wolfsburg por 2 a 1, em Moscou, pela 5ª rodada da fase de grupos da UEFA Champions League 2009/2010. O Wolfsburg começou o jogo no 4-4-2, com um meio-campo em diamante, e passou para o 3-6-1 (3-3-3-1) quando levou a virada. O CSKA atuou no 4-1-3-2.

CSKA Moscou



O CSKA Moscou jogou no 4-1-3-2 durante o todo o jogo, com Krasic bem aberto pela direita. O técnico Leonid Slutski anulou uma das principais peças do Wolfsburg com o posicionamento de Krasic, eleito pela UEFA o melhor jogador da partida.

A defesa do CSKA Moscou teve Aleksei Berezutski na lateral direita, Vasili Berezutski como defensor pela direita, Ignashevich como defensor pela esquerda e Schennikov na lateral esquerda. Aleksei Berezutski apoiou bastante pela direita e Schennikov foi mais discreto, mas também apoiou.

No meio-campo, um volante marcador mais recuado (Rahimic) e, a sua frente, três meias: Krasic pela direita, Aldonin pelo centro e Mamaev pela esquerda. Rahimic praticamente não ultrapassava a linha do meio-campo; Krasic jogou bem aberto pela direita, quase como um ponta; Aldonin armou as jogadas pela faixa central e recuava para auxiliar Rahimic quando o CSKA era atacado. Mamaev preocupou-se em marcar Hasebe e apareceu pouco no ataque.

Na frente, Dzagoev foi o segundo atacante, caindo pelos dois lados do ataque e jogando atrás de Necid, o centroavante.

Wolfsburg



O Wolfsburg atuou no 4-4-2 com o meio-campo em losango. O lateral-esquerdo Schafer, normalmente bom apoiador, ficou preso atrás para marcar Krasic. Como veremos mais adiante, essa situação só mudou com as substituições e reorganização do time feitas pelo técnico Armin Veh.

A defesa do Wolfsburg formou-se com Riether na lateral direita, Ricardo Costa como defensor pela direita, Madlung como defensor pela esquerda e Schafer na lateral esquerda. Como dissemos, Schafer ficou preso no campo defensivo para marcar as subidas de Krasic na primeira etapa. Na segunda, ele foi liberado e atuou como ala.

O meio-campo do Wolfsburg é um dos poucos do mundo que atuam verdadeiramente em losango. Muitas vezes, os times atuam no 4-3-1-2, com três meio-campistas exclusivamente defensivos. Não é o caso do Wolfsburg. Os meias/volantes laterais (Gentner, pela esquerda, e Hasebe, pela direita) atacam e defendem. Josué é o volante de marcação e Misimovic é o meia-armador da ponta ofensiva do diamante.

No ataque, Obafemi Martins (direita) entrou no lugar do suspenso Grafite e atuou paralelamente a Dzeko (esquerda).

No primeiro tempo, o Wolfsburg fez um gol e foi para o intervalo vencendo o CSKA por 1 a 0. No segundo tempo, o CSKA virou o jogo para 2 a 1 e forçou o técnico Armin Veh a redesenhar o esquema tático do seu time. Ele recuou o lateral-direito Riether para ser defensor pela direita e adiantou o lateral-esquerdo Schafer para a ala esquerda. Ao mesmo tempo, tirou o atacante Martins e colocou Ziani na meia-esquerda. A partir daí, o Wolfsburg passou a criar muitas jogadas por aquele lado.



Outra mudança observada foi o recuo do meia-direito Hasebe, que desempenhou as funções de ala (pouco) e volante na faixa direita do campo. Gentner foi deslocado para a meia direita e Dzeko ficou como único centroavante. Josué continou como volante de marcação centralizado. Com essas mudanças, o esquema tático do Wolfsburg modificou-se para o 3-6-1 (3-3-3-1).

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terça-feira, 24 de novembro de 2009

Barcelona 2 x 0 Internazionale. Análise tática

O Barcelona venceu a Internazionale de Milão por 2 a 0 no Camp Nou, em Barcelona, pela 5ª rodada da fase de grupos da Uefa Champions League. O esquema tático do Barcelona foi o 3-5-2 na maior parte do jogo. O esquema tático da Internazionale de Milão foi o 4-1-3-2, predominantemente.

Barcelona



No primeiro tempo, o Barcelona não atuou no seu já tradicional 4-3-3, mas num 3-5-2. É certo que, durante o segundo tempo — e algumas vezes no primeiro —, foram observados outros desenhos táticos como o 4-3-3 e até o 3-4-3. Entretanto, o 3-5-2 foi o esquema predominante.

Na defesa, Piqué jogou como defensor pela direita, Puyol pelo centro e Abidal pela esquerda. Abidal não foi lateral, mas um zagueiro, tal como atua na seleção francesa.

No meio-campo, Keita foi o ala/volante pela esquerda, mais adiantado que o volante Busquets; Daniel Alves foi o ala-direito e, por vezes, aparecia como ponta. Sergio Busquets foi o volante de marcação pelo centro. A sua frente, Xavi pela direita e Iniesta pelo centro, mas deslocando-se para os dois lados do meio-campo.

Na frente, Henry pelo centro do ataque e Pedro Rodríguez como atacante pela esquerda. Guardiola aproveitou-se do fato de Maicon avançar muito pela direita e colocou Pedro para prendê-lo no campo defensivo. Sem Messi, Guardiola não colocou Iniesta na ponta direita, como se poderia imaginar, mas solto no meio-campo. Isso deixou o lateral-direito Chivu, que é muito defensivo, e Stankovic (volante pela esquerda) praticamente sem função.



No segundo tempo, Xavi foi recuado para atuar, ao lado de Busquets, como volante-armador. Iniesta foi adiantado para a ponta direita, Daniel Alves foi recuado para a lateral direita (mas com liberdade para avançar como ponta quando o time atacava). Já no final do jogo, Bojan entrou como centroavante e Henry foi deslocado para a esquerda.

Internazionale de Milão



No primeiro tempo, o técnico José Mourinho armou sua equipe no 4-3-1-2. Normalmente, Mourinho arma a Inter no 4-4-2 em losango, no 4-1-4-1, no 4-1-3-2 e no 4-3-3. Entretanto, se a intenção era armar o time com um losango no meio-campo, a marcação sob pressão do Barcelona no campo adversário não permitiu.

Assim, a defesa formou com Maicon pela lateral direita, Lúcio como defensor pela direita, Samuel pela esquerda e Chivu pela esquerda. Como dissemos na análise do Barcelona, Chivu ficou sem função porque o time catalão atuou sem ponta pela direita e Daniel Alves vinha muito de trás. Se Chivu o acompanhasse, deixaria um buraco na linha defensiva. Maicon subiu pouco ao ataque no primeiro tempo e um pouco mais no segundo, mas preocupou-se mais em marcar Pedro.

No meio-campo, Cambiasso foi o primeiro volante de marcação. A sua frente, Zanetti como volante pela direita, Stankovic como volante pela esquerda e Thiago Motta como meia pelo centro. O meio-campo da Internazionale não andou. Todos são volantes de contenção e não conseguiram dar fluidez ao jogo da Inter. Tanto que Mourinho modificou suas peças e seu desenho no segundo tempo.

No ataque, Eto'o e Milito foram os atacantes, jogando paralelamente. Como a bola pouco chegou a eles, não puderam fazer muita coisa no primeiro tempo.



No segundo tempo, Cambiasso saiu para a entrada de Muntari e, com isso, Stankovic passou a ser o volante de marcação pelo centro, Muntari o meia/volante pela esquerda e Zanetti continuou a ser um volante pela direita. A manutenção de Zanetti teve como intenção dar cobertura às subidas de Maicon e conter o ataque do Barcelona naquele setor. Por outro lado, Muntari poderia aproveitar-se dos avanços de Daniel Alves. Mas Muntari não foi bem na partida e, na metade da segunda etapa, Stankovic saiu para a entrada de Balotelli. Thiago Motta ocupou a posição de Stankovic como volante centralizado.

O ataque passou a ter três jogadores. Inicialmente, Balotelli ocupou o ataque pela direita, Eto'o pelo centro e Milito pela esquerda. Depois, os atacantes passaram a trocar de posição e Quaresma entrou no lugar de Milito. O esquema tático passou a ser o 4-3-3, variando para o 4-2-2-2.

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segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Esquema tático do Flamengo

Jogando no 4-4-2 (4-2-2-2) na primeira etapa, e no 4-1-3-2 no segundo tempo, o Flamengo empatou com o Goiás em 0 a 0 no Maracanã, no Rio de Janeiro, pela 36ª rodada do Campeonato Brasileiro 2009.



O Flamengo começou o jogo no 4-2-2-2 com Leonardo Moura na lateral direita, Álvaro como zagueiro pela direita, Ronaldo Angelim como zagueiro pela esquerda e Juan na lateral esquerda. Léo Moura preocupou-se mais com a marcação no primeiro tempo. Juan, por sua vez, atuou quase como um ala pela esquerda.

O meio-campo contou com dois volantes de marcação (Toró, pela direita, e Aírton, pela esquerda) na faixa central que pouco auxiliaram na armação de jogadas. Petkovic foi o meia-esquerdo e Willians o meia-direito. Ambos não repetiram as grandes atuações dos últimos jogos e foram apenas regulares.

No ataque, Zé Roberto foi o segundo atacante, caindo pelos dois lados do campo, atuando preferencialmente pela esquerda. Adriano foi o centroavante, mas voltou muitas vezes para buscar jogo na intermediária.



No segundo tempo, Andrade promoveu mudanças de jogadores e de posicionamento. O esquema tático do Flamengo passou a ser o 4-1-3-2. O Flamengo passou a atuar com apenas um volante centralizado (Kléberson, que entrou no lugar de Willians) e os volantes de marcação foram recuados para a defesa. A linha defensiva, da direita para a esquerda, passou a ser formada por: Toró, Aírton, Álvaro e Angelim.

Com isso, Juan (esquerda) e Léo Moura (direita) foram liberados para atacar e se transformaram em meias pelos lados. Léo Moura investindo em jogadas pela ponta direita e Juan entrando em diagonal pelo centro. Fierro substituiu Petkovic e jogou pela centro-direita do meio-campo. Bruno Mezenga entrou no ataque (no lugar de Zé Roberto) para atuar paralelamente a Adriano. Apesar dessas mudanças, o Flamengo não sufocou o Goiás e o jogo ficou até mais equilibrado a partir da metade do segundo tempo, com chances de gol para os dois lados.

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Esquema tático do Goiás

O Goiás jogou no 3-6-1, variando para o 3-5-2, no empate com o Flamengo em 0 a 0, no Rio de Janeiro, pela 36ª rodada do Campeonato Brasileiro 2009.



O técnico Hélio dos Anjos mandou o Goiás a campo no 3-6-1, que se transformava em um 3-5-2 quando o time atacava. A defesa teve Rafael Tolói pela esquerda, Leandro Eusébio no meio e Ernando pela esquerda. Tolói apoiou algumas vezes e, juntamente com Ernando, era o responsável por dar o bote, enquanto Leandro Eusébio ficou na sobra.

O meio-campo contou com dois volantes de marcação (Fernando, pela esquerda, e Rithelly, pela direita) que auxiliavam na armação de jogadas. O ala-esquerdo Douglas apoiou bastante o ataque no primeiro tempo e ficou mais no campo defensivo no segundo. Do outro lado, o ala-direito Vítor marcou mais no primeiro tempo e se lançou ao ataque na etapa final. Léo Lima atuou na meia-esquerda como armador, Fernandão foi o meia-atacante pela esquerda e Iarley o centroavante. Fernandão e Iarley trocaram de posição muitas vezes. Léo Lima (que teve atuação apagada), Fernandão (foi regular) e Iarley (que jogou bem) formaram um triângulo com Iarley na ponta ofensiva.



O esquema tático do Goiás não se modificou no segundo tempo, mas houve reposicionamento e entrada de alguns jogadores. Na defesa, Leandro Eusébio passou a ser o zagueiro pela direita, Rafael Tolói ocupou a posição de zagueiro da sobra pelo centro e Ernando continou pelo lado esquerdo.

No começo do segundo tempo, Iarley jogou bem aberto pela direita, marcando e sendo marcado por Juan. Com isso, barrou as investidas do lateral do Flamengo. Fernandão fixou-se como centroavante. Como Andrade adiantou Juan para a meia-esquerda, Vítor tornou-se o marcador de Juan e vice-versa. Douglas não avançou tanto quanto no primeiro tempo. A entrada de Felipe no lugar de Fernandão também modificou o desenho ofensivo do Goiás. Iarley voltou a ser o centroavante e Felipe ocupou a posição de meia-atacante aberto pela esquerda. Amaral entrou no lugar do Rithelly e desempenhou a mesma função, ou seja, volante de marcação. Já no fim do jogo, Hélio dos Anjos colocou Júlio César como meia-esquerdo no lugar de Léo Lima.

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domingo, 22 de novembro de 2009

Flamengo 0 x 0 Goiás. Análise tática

Flamengo e Goiás empataram em 0 a 0 no Maracanã, no Rio de Janeiro, pela 36ª rodada do Campeonato Brasileiro. O esquema tático do Flamengo foi o 4-2-2-2 no primeiro tempo e o 4-1-3-2 no final da segunda etapa. O esquema tático do Goiás foi o 3-6-1 (3-2-4-1), variando para o 3-5-2.

Análise tática

Primeiro tempo



No primeiro tempo, o Flamengo atuou no 4-4-2 (4-2-2-2), com Zé Roberto como segundo atacante caindo pelos dois lados do campo, principalmente pela esquerda. Juan jogou bem solto pela esquerda, praticamente como um ala, com Aírton fazendo a sua cobertura. Léo Moura foi, no primeiro tempo, um lateral. Petkovic atuou como meia-esquerdo e Willians como meia-direito. Adriano foi o centroavante.

O Flamengo insistiu nas jogadas pela esquerda, prendendo o ala Vítor, que normalmente é muito ofensivo, atrás. Mesmo como meia-direito, Willians voltou muitas vezes para auxiliar na marcação no meio-campo. Petkovic e Adriano jogaram bem, mas não repetiram as grandes atuações de partidas anteriores. Como era de se esperar, os dois volantes de marcação (Toró e Airton) não auxiliaram na criação de jogadas e, além disso, foram muitas vezes envolvidos pelo trio ofensivo do Goiás.



O Goiás jogou no 3-6-1, mais especificamente no 3-2-4-1, variando para o 3-5-2 (3-2-3-2). O técnico Hélio dos Anjos colocou um trio ofensivo composto por dois meias e um atacante. A função de atacante ora foi exercida por Iarley (na maior parte do primeiro tempo), ora por Fernandão. Léo Lima foi o meia-armador.

Os dois volantes de marcação auxiliaram na armação de jogadas e o ala-esquerdo Douglas apoiou bastante. O ala Vítor, como já dissemos, ficou mais preso na marcação de Juan e Petkovic pelo lado direito. No primeiro tempo, Leandro Eusébio jogou como zagueiro da sobra e Rafael Tolói, algumas vezes, subiu ao ataque pela direita.

Segundo tempo

Na segunda etapa, o desenhos tático do Flamengo foi modificado pelo técnico Andrade. O Flamengo, precisando da vitória para assumir a liderança, passou a atuar no 4-1-3-2 a partir da metade do segundo tempo. Com uma linha de quatro atrás (Toró, Aírton, Álvaro e Ronaldo Angelim, da direita para a esquerda), Kléberson (que entrou no lugar de Willians) passou a ser o único volante. À sua frente, Léo Moura (direita), Fierro (centro) e Juan (esquerda) formaram um trio de meias para alimentar o ataque com Bruno Mezenga e Adriano. Veja mais detalhes no post Esquema Tático do Flamengo.

O Goiás manteve o mesmo desenho tático, mas modificou as peças e as funções. Iarley passou a jogar bem aberto pela direita, como meia-atacante, para prender Juan no campo defensivo. Mais rápido que Fernandão (que foi deslocado definitivamente para a posição de centroavante), Iarley também acompanhava Juan quando ele avançava. Essa situação durou até a metade do segundo tempo, quando Andrade adiantou Juan para a meia esquerda e recuou seus volantes marcadores (Toró e Aírton) para a linha defensiva. Angelim passou a ser o responsável por marcar pelo lado esquerdo da defesa do Flamengo.

Léo Lima, que atuou muito mal, continuou a ser o armador pela esquerda, até ser substituído por Júlio César. Felipe entrou no lugar de Fernandão, passou a fazer a função de meia-atacante pela direita e Iarley foi deslocado para o centro do ataque. Vítor, que apoiou muito no segundo tempo, passou a marcar e ser marcado por Juan naquele lado do campo. Leandro Eusébio trocou de posição com Rafael Tolói e ocupou o lado direito da defesa enquanto Tolói tornou-se o zagueiro da sobra pelo centro. Veja mais detalhes no post Esquema Tático do Goiás.

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Botafogo 3 x 2 São Paulo. Análise tática

O Botafogo venceu o São Paulo por 3 a 2 no Engenhão, no Rio de Janeiro, pela 36ª rodada do Campeonato Brasileiro 2009. O esquema tático do Botafogo foi o 4-4-2 em losango; o esquema tático do São Paulo foi o 3-6-1.

Análise tática

Botafogo



O técnico Estevam Soares armou o Botafogo no 4-4-2 com o meio-campo em diamante. Na defesa, Alessandro foi o lateral-direito, Juninho como zagueiro pela direita, Wellington como zagueiro pela esquerda e Diego na lateral esquerda. No primeiro tempo, Diego foi discreto no apoio, diferentemente de Alessandro, que subiu bastante pela direita.

No meio-campo, Leandro Guerreiro foi o primeiro volante e, muitas vezes, era um terceiro zagueiro, jogando à frente da defesa. Fahel (esquerda) e Renato (direita) foram os volantes/meias pelos lados do losango e Lúcio Flávio foi o armador à frente deles. Fahel teve funções mais defensivas que Renato, mais livre para chegar ao ataque.

No ataque, Jóbson (o melhor jogador em campo) partia, principalmente, da esquerda em diagonal pelo centro, mas apareceu muitas vezes pela direita também. Reinaldo foi o atacante pela direita e pelo centro, mais fixo dentro da área. No segundo tempo, Victor Simões entrou no lugar de Reinaldo e deu mais mobilidade e qualidade ao ataque.

São Paulo



O São Paulo atuou no 3-6-1, variando para o 5-4-1. A defesa teve Miranda como zagueiro pela direita, Renato Silva como zagueiro pelo centro e Richarlyson como zagueiro pela esquerda. Com a ausência de André Dias, o técnico Ricardo Gomes trocou Miranda (normalmente joga pela esquerda) e Renato Silva (normalmente joga pela direita) de posição para colocar Richarlyson pela esquerda. Provavelmente para fazer a saída de bola e aproveitá-lo ofensivamente como lateral. Realmente, a maioria das bolas saíram com Richarlyson, mas ele, assim como o ala/lateral Júnior César apoiaram pouco pela esquerda.

No meio-campo, Arouca foi o volante marcador pelo centro. À frente dele, três meias: Hernanes pela direita, Jorge Wágner pelo centro e Marlos pela esquerda. Os alas/laterais foram Adrian González (direita) e Júnior César (esquerda). No geral, o time ficou muito defensivo, com pouco apoio dos alas, que se comportaram mais como laterais, principalmente Adrian González. Jorge Wágner foi o melhor jogador do meio-campo do São Paulo.

No ataque, Washington jogou como centroavante isolado. Ele teve pouco apoio dos meias. Hernanes e Marlos não se apresentaram bem.

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sábado, 21 de novembro de 2009

Liverpool 2 x 2 Manchester City. Análise tática

Liverpool e Manchester City empataram em 2 a 2 no estádio Anfield, em Liverpool, pela 13ª rodada do Campeonato Inglês 2009/2010. O esquema tático do Liverpool foi o 4-2-3-1; o esquema tático do Manchester City foi o 4-3-2-1.

Análise tática

Liverpool



O Liverpool começou o jogo no 4-2-3-1 com uma defesa reformulada, devido à ausência do lateral-direito Johnson. O lateral-direito foi Carragher, Skrtel foi o defensor pela direita, Kyrgiacos foi o defensor pela esquerda e Insua atuou na lateral esquerda. Carragher e Insua fixaram mais atrás, na marcação, e apoiaram pouco.

No meio-campo, Mascherano e Lucas foram os volantes de marcação. Lucas teve mais liberdade para apoiar, mas esteve mal tecnicamente. Abertos pelos lados, Kuyt pela direita e Benayoun pela esquerda. Gerrard foi o meia-atacante centralizado. Quando o time perdia a bola, Gerrard voltava para compor o meio-campo.

Com a bola, Gerrard transformava-se em segundo atacante. Assim, na frente, Ngog foi o centroavante, com o apoio constante de Gerrard e o apoio eventual de Benayoun e Kuyt pelos lados.

Manchester City



O Manchester City atuou no 4-3-2-1 tendo Zabaleta na lateral direita, Touré como defensor pela direita, Lescott como defensor pela esquerda e Wayne Bridge na lateral esuqerda. Bridge apoiou mais que Zabaleta, que priorizou a marcação. A defesa do Manchester City vai bem por cima e por baixo, e ainda conta com a auxílio de um volante (De Jong) que é quase um terceiro defensor.

No meio-campo, De Jong é o primeiro volante, quase um zagueiro, e joga à frente de Touré e Lescott. Barry (esquerda) e Ireland (direita) são os outros volantes, mas têm liberdade para apoiar o ataque. Wright-Phillips jogou aberto pela direita, enquanto Bellamy fez o mesmo pela esquerda.

Na frente, Adebayor foi o centroavante, contando com a chegada de Wright-Phillips (principalmente) e Bellamy. No segundo tempo, o técnico Mark Hughes abriu mão de um dos volantes (Barry) e colocou mais um atacante (Tevez). O time passou a atuar no 4-4-2 (4-2-2-2), com Tevez buscando mais o jogo fora da área e Adebayor mais enfiado.

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Esquema tático do Real Madrid com Kaká e Cristiano Ronaldo.

Esquema tático do Wigan.

Esquema tático do Liverpool.

Esquema tático do Tottenham.

Esquema tático do Atlético de Madrid.

* Fiz a mesma análise para o blog português Portal Futebol, onde podem ser encontradas notícias de clubes europeus e as capas dos principais jornais da Europa.

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quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Esquema tático do Palmeiras

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No jogo em que empatou com o Sport em 2 a 2, pela 35ª rodada do Campeonato Brasileiro 2009, o esquema tático do Palmeiras foi o 3-5-2 no primeiro tempo (desenho abaixo) e o 4-3-3 na segunda etapa (segundo gráfico).

Análise tática



A defesa do Palmeiras teve Danilo como zagueiro pela direita, Edmílson pelo centro e Maurício pela esquerda. Edmílson desempenhou a função dupla de zagueiro e volante recuado. Ele fez a sobra de Maurício e Danilo e também fez a saída de bola do time. Quando o Palmeiras atacava, e os volantes Souza e Sandro Silva avançavam, Edmílson aparecia como o volante de contenção. Quando atacado, Edmílson postou-se como o zagueiro da sobra na defesa Palmeirense. Com alguma frequência, Maurício (principalmente) e Danilo apareciam como autênticos laterais e apoiavam pelos lados.

O meio-campo teve Souza e Sandro Silva como volantes. Eles apoiavam o ataque alternadamente, dando volume ao meio-campo palmeirense, mas sem muita efetividade. Os alas Figueroa (direita) e Armero (esquerda) atuaram de maneira bastante ofensiva, sendo cobertos pelos zagueiros Maurício (esquerda) e Danilo (direita). Diego Souza foi o meia-atacante centralizado, por vezes aparecendo pelos lados do ataque.

Ataque que foi formado por Obina e Ortigoza. Obina mais fixo na área e Ortigoza saindo mais para buscar o jogo. Como o Sport fez o primeiro e o segundo gols ainda no início do primeiro tempo, logo Diego Souza postou-se mais como um atacante livre, circulando por todo o setor. Pode-se perceber, portanto, que o time ficou sem armador.

No segundo tempo, o técnico Muricy Ramalho modificou todo o desenho do time com reposicionamentos e substituições. Edmílson foi fixado como volante ao lado de Pierre e time passou a atuar com dois zagueiros. Armero e Figueroa passaram a ser laterais, mas continuaram bem ofensivos. Deyvid Sacconi passou a ser o armador centralizado, atuando à frente dos volantes.



Num primeiro momento, Diego Souza foi definitivamente efetivado como terceiro atacante. Mais tarde, Muricy colocou Marquinhos (saiu Edmílson) como ponta esquerda, bem aberto, e o time assumiu o esquema 4-3-3. Ortigoza ficou pela direita e Obina pelo centro. Diego Souza passou a ser o armador, sendo apoiado por Deyvid Sacconi um pouco mais recuado, mas chegando à frente. Sacconi passou a ser o segundo volante pela direita, mais adiantado que Pierre, primeiro volante pela esquerda.

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sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Everton 0 x 2 Benfica. Análise tática

O Benfica venceu o Everton por 2 a 0 no Goodison Park, na Inglaterra, pela quarta rodada da fase de grupos da UEFA Europa League. O Everton atuou no 4-2-3-1 no primeiro tempo, passando para o 4-3-1-2 e para o 4-1-3-2 no segundo tempo. O Benfica começou o jogo no 4-3-1-2 e, no segundo tempo, adotou um 4-2-2-2.

Análise tática

Everton



O esquema tático do Everton variou entre o 4-2-3-1, o 4-1-3-2 e o 4-3-1-2. Fellaini jogou pelo centro, caindo preferencialmente pela esquerda. Foi o jogador que mais se movimentou pelo Everton. Quando já estava perdendo, o técnico David Moyes recuou Fellaini para ser volante e Cahill passou a ser um meia. Além disso, tirou Gosling, figura apagada na criação de jogadas, e colocou o atacante Jô. O time insistiu muito pelas jogadas pela esquerda, com o meia-esquerdo Bilyaletdinov.



A defesa do Everton foi formada por Hibbert pela lateral direita, Yobo como defensor pela direita, Distin como defensor pela esquerda e Baines na lateral-esquerda. A saída de bola foi feita preferencialmente com Baines, que por várias vezes tabelou com Bilyaletdinov e Fellaini pela esquerda.

O meio-campo do Everton teve Rodwell (direita) e Cahill (esquerda) como volantes de marcação, com Cahill com mais liberdade para chegar à frente. Gosling foi o meia pela direita, Fellaini o meia pelo centro e Bilyaletdinov como meia aberto pela esquerda. Gosling jogou muito recuado, tentando bloquear as subidas de Di Maria naquele setor. Foi bem sucedido no primeiro tempo, mas caiu de rendimento no final da primeira etapa e início da segunda. Fellaini se movimentou bastante e era o responsável por encostar no ataque, como segundo atacante ao lado de Yakubu. Bilyaletdinov jogou aberto pela esquerda, contando com o apoio do lateral-esquerdo Baines, travando duelos equilibrados com Fábio Coentrão e Amorim daquele lado.

No ataque, Yakubu jogou isolado, vez ou outra sendo apoiado por Fellaini. No segundo tempo, Jô foi atuar a seu lado. Cahill passou a ser o armador pelo centro. Fellaini, que foi jogar como volante no segundo tempo, também apareceu para apoiar Cahill.

Benfica



O esquema tático do Benfica variou entre o 4-3-1-2, o 4-1-2-1-2 e o 4-2-2-2. No primeiro tempo, Javi Garcia jogou quase como um terceiro zagueiro, pelo centro, à frente dos defensores e atrás de Coentrão e Ramires. Di María ficou aberto como meia pela esquerda, quase como um ponta. Defensivamente, o Benfica também apresentou um 4-4-2, com uma linha de quatro no meio e, ofensivamente, Ramires subia ao ataque pela faixa central. No segundo tempo, com a entrada de Maxi Pereira (substituiu Ramires, machucado) e Aimar, o time apresentou-se no 4-2-2-2.



A defesa do Benfica foi formada por Amorim na lateral direita, Luisão como defensor pela direita, Sidnei como defensor pela esquerda e David Luiz como lateral-esquerdo. Amorim e David Luiz subiram algumas vezes ao ataque, mas na maior parte do tempo preocuparam-se mais com a marcação.

O meio-campo do Benfica teve Javi Garcia como primeiro volante, quase como um terceiro zagueiro, à frente da defesa; Ramires (esquerda) e Fábio Coentrão (direita) como volantes um pouco à frente de Garcia, e Di Maria como meia aberto pela esquerda. No segundo tempo, Maxi Pereira passou a ser o volante pela direita, Aimar (substituiu Fábio Coentrão) jogou como meia centralizado e Di Maria continuou como meia aberto pela esquerda.

No ataque, Cardozo foi o atacante pela faixa central e direita e Saviola foi o segundo atacante, um pouco mais atrás, pela esquerda. Quando o Benfica defendia, Saviola voltava como quinto homem do meio-campo pelo centro. No segundo tempo, a entrada de Aimar empurrou Saviola mais à frente e ele passou a jogar ao lado de Cardozo.

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quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Everton x Benfica. Análise tática em tempo real

O Benfica venceu o Everton por 2 a 0 no Goodison Park, na Inglaterra, pela quarta rodada da fase de grupos da UEFA Europa League. O Benfica agora lidera o grupo I de maneira isolada com nove pontos; o Everton continua com seis em segundo.

A análise tática completa da partida está disponível no post Everton 0 x 2 Benfica. Análise tática.

Primeiro tempo

Everton

O esquema tático do Everton foi o 4-4-1-1, com um meia bem aberto pela esquerda e outro mais retraído pela direita. O esquema também variou para o 4-2-3-1.



Benfica

O esquema tático do Benfica foi o 4-3-1-2, com Di Maria (o "1" do esquema) bem aberto pela esquerda. Por vezes, apresentava uma linha de quatro no meio-campo, com o recuo de Di Maria e Ramires jogando pela faixa central esquerda ao lado de Javi Garcia.



Segundo tempo

O Benfica voltou melhor na segunda etapa, levou perigo à meta do goleiro Howard e marcou dois gols. Com as mudanças feitas por Jorge Jesus, o esquema tático do Benfica passou a ser um 4-2-2-2.

Como o Everton abriu um meia pela esquerda, Maxi Pereira (que entrou no lugar de Ramires, machucado) ficou preso como volante pela faixa central-direita. Di María continuou a ser um meia aberto pela esquerda, agora contando com o apoio de Aimar como meia-armador pelo centro.

Atrás no placar, o técnico David Moyes fez alterações no Everton. O esquema tático do time passou a ser o 4-1-3-2, variando para um 4-3-1-2. Um losango torto, feito para explorar o lado direito da defesa do Benfica.

Fellaini foi recuado para a cabeça de área e Jô (que entrou no lugar de Gosling) foi jogar no ataque ao lado de Yakubu. Cahill foi adiantado e passou a ser meia pela faixa centro-direita. Bilyaletdinov continuou a atuar pelo lado esquerdo como meia aberto e, por vezes, voltava para formar o losango.

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terça-feira, 3 de novembro de 2009

Milan 1x1 Real Madrid. Análise tática

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Milan e Real Madrid empataram em 1 a 1 no estádio San Siro, em Milão, pela quarta rodada da fase de grupos da Copa dos Campeões da Europa 2009/2010.



O esquema tático do Milan foi, principalmente, o 4-3-3 (4-2-1-3), variando algumas vezes para o 4-2-2-2, com Seedorf como meia pela direita e Ronaldinho Gaúcho como meia pela esquerda.



O esquema tático do Real Madrid foi, majoritariamente, o 4-2-3-1, mas houve uma variação recorrente para o 4-2-2-2, com Marcelo (esquerda) e Kaká (direita) como meias.

Análise tática do jogo. Posicionamento dos jogadores

O Milan apresentou-se com Oddo pela lateral direita, Nesta como defensor pela direita, Thiago Silva como defensor pela esquerda e Zambrotta como lateral-esquerdo. A linha de defensores praticamente não se desfez. Zambrotta e Oddo pouco se apresentaram para apoiar.



No meio-campo, Pirlo (esquerda) e Ambrosini (direita) foram os volantes de marcação. Seedorf foi o meia-armador centralizado, à frente dos volantes. Ronaldinho Gaúcho foi o meia-atacante pela esquerda, Pato foi o atacante pela direita e Borriello foi o centroavante. No segundo tempo, Inzaghi entrou no lugar de Borriello e executou a mesma função.



O Real Madrid teve sua defesa formada por Sérgio Ramos pela lateral direita, Pepe como defensor pelo lado direito, Albiol como defensor pela esquerda e Arbeloa como lateral-esquerdo. Assim como o Milan, a linha defensiva do Real Madrid não se desfez e os laterais ficaram responsáveis pela marcação de Pato e Ronaldinho Gaúcho pelas pontas.



No meio-campo, Xabi Alonso foi o primeiro volante de marcação pela esquerda, Lass Diarra foi o volante pela direita. Lass teve mais liberdade para subir ao ataque, mas pouco produziu. Marcelo jogou de meia-esquerdo, Kaká como meia pelo centro e Benzema pela direita. No segundo tempo, Benzema foi para a esquerda e Higuaín para a direita. Mais tarde, entraram Raúl (meia-atacante pela esquerda) e van Nistelrooy (centroavante).



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Milan x Real Madrid. Jogo em Milão. Análise em tempo real

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Milan e Real Madrid empataram em 1 a 1 pela quarta rodada da fase de grupos da UEFA Champions League. A seguir, a análise tática em tempo real da partida.

Confira a análise tática completa no post Milan 1 x 1 Real Madrid

Primeiro tempo

O Milan entrou em campo no 4-2-1-, variando para um 4-2-2-2. Depois de ter tomado o gol de Benzema, fixou-se no 4-2-1-3. O Real Madrid começou o jogo no 4-2-3-1, variando para um 4-2-2-2.

Milan

No 4-2-1-3, o Milan apresentou um meio-campo formado por Pirlo (esquerda) e Ambrosini (direita) como volantes de marcação. À frente deles, Seedorf como meia-armador centralizado. No ataque, Ronaldinho Gaúcho (esquerda), Pato (esquerda) e Borriello (centralizado). A defesa foi a mesma do primeiro jogo em Madri.



Uma variação apresentada foi o 4-2-2-2, com Ronaldinho (esquerda) e Seedorf (direita) como meias e Pato (direita) e Borriello (esquerda) no ataque.



Real Madrid

O 4-2-3-1 do Real Madrid apresentou Marcelo na meia-esquerda, Kaká no centro e Benzema pela esquerda. Higuaín joga como centroavante. Arbeloa ocupou a lateral-esquerda com o deslocamento de Marcelo para o meio-campo.



O esquema tático do Real Madrid variava para um 4-2-2-2, com Marcelo (esquerda) e Kaká (direita) como meias e Higuaín (esquerda) e Benzema (direita) como atacantes.



Segundo tempo

Durante toda a primeira metade do segundo tempo, os esquemas táticos mantiveram-se inalterados. O Milan no 4-2-1-3, variando para um 4-2-2-2, com Ronaldinho como meia bem aberto pela esquerda; o Real Madrid no 4-2-3-1, variando para um 4-2-2-2, com Benzema partindo da meia esquerda para o ataque.

Manuel Pellegrini colocou os dois laterais para marcaram, homem-a-homem, Pato e Ronaldinho Gaúcho pelos lados do campo. Uma postura arriscada, já que só um jogador ficava na sobra dos três atacantes do Milan. Xabi Alonso ficou na marcação de Seedorf e Lass Diarra foi liberado para subir ao ataque. As subidas de Lass já tinham acontecido também no primeiro tempo.



Kaká e Marcelo trocaram algumas vezes de posição, mas ficaram principalmente no centro e na esquerda, respectivamente. Benzema fixou-se mais no ataque pela esquerda, invertendo com Higuaín, que passou para a direita. Depois, entraram Raúl (saiu Higuaín) e van Nistelrooy (saiu Benzema) e o esquema tático permaneceu o mesmo. Raúl foi meia-atacante pela direita e Nistelrooy foi o centroavante.

O Milan, embora variasse para o 4-2-2-2, ficou desenhado, na maior parte do jogo, no 4-3-3, ou 4-2-1-3. No segundo tempo, Inzaghi entrou no lugar de Borriello e executou a mesma função, ou seja, foi o atacante centralizado.



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